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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A verdade sobre o Carnaval




Diferente do que muito se conta, o Carnaval originou-se na Europa e não no Brasil. Os países que comemoram esta festa são geralmente aqueles com maioria católica, mas isso não significa que essa comemoração tenha algo cristão. Cristão significa: "De Cristo" e o Carnaval é bem contrário ao que Jesus nos ensina. 

Como tudo começou


O Carnaval teve início em meados de 600 d.C. quando foi estipulado por Roma 40 dias de santificação. Neste período as pessoas deveriam separar-se para orações e ação de graças, abdicando a ingestão de carne como sacrifício, o que chamamos até hoje de quaresma. Quatro dias antes do domingo de Páscoa era realizado pelo povo jejum absoluto e voluntário, para se recordar dos 40 dias e 40 noites que Jesus jejuou no deserto (Mateus 4: 1-9). Já que nos quarenta dias não comeriam carne, e quatro dias antes do domingo de páscoa não comeriam  nada, apenas tomariam água, o império julgou lícito permitir o exagero de comidas e bebidas antes do período de quaresma. Desse modo seria possível armazenar alimentação e vigor para a santificação. 

Foi então que as pessoas começaram a abusar de bebidas fortes como o vinho fermentado. (A teologia explica que Jesus nunca bebeu de fato bebida alcoólica, o vinho que tomava era o vinho sem fermento para cear). Esses mesmo abusos já eram praticados em festas vitorianas na Grécia. Com agravação do pecado, logo Roma estava realizando festas idênticas as que os gregos praticavam em seus cultos a deuses pagãos. Na Itália, as pessoas chamavam o período de despedida da comilança de "Adeus à carne" tradução italiana "carne vale" Essa expressão foi aceita em várias culturas. Na adaptação brasileira o termo se tornou "Carnaval". 

As festas romanas eram caracterizadas por libertinagem, orgias, promiscuidade e todo o tipo de contrariedade aos ensinamentos de Deus (assim como na Grécia). Quando os romanos ficavam embriagados cometiam vários atos dos quais poderiam se envergonhar no dia posterior. O período de Adeus a carne- Carnaval, era também oportunidade de gulodices, onde as pessoas cometiam excessos também na alimentação. 

  Essas Festas Romanas de Carnaval eram conhecidas como bacanais(em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais(em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais (em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos). O resultado físico, moral e espiritual dessa festa é estampado nos noticiários e jornais toda "Quarta-feira de Cinzas", e é o retrato falado do ser que está por trás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo. Sendo assim, aos que não participam dessa festa, meu conselho é que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, meu conselho está em Jeremias 51:45. Leiam!  

Verdadeiro Significado das Fantasias de Carnaval 


Assim como a maioria dos significados reais de festas pagãs, o sentido do carnaval se perdeu na história. Em Paris, o comércio enxergou no Carnaval uma oportunidade de inflar a economia local como em todas as datas comemorativas mundiais. Isso se deu através do incentivo das roupas carnavalescas. A moda pegou nos países seguidores das  tendências parisienses como o Brasil.  

Hoje as pessoas buscam em fantasias de carnaval uma forma de liberar seus desejos mais íntimos de diversão e extrapolação, organizam-se em massas para desfilar as marchinhas. De fato estão marchando. Automaticamente os pais estão conduzindo seus filhos por esse caminho com o "Carnaval Familiar" onde talvez não exista a violência e degradação sexual das ruas populares, mas com certeza ainda não são modelos de moral para as crianças, pois destroem os valores cristão dos pequeninos. 

Além disso,  fantasiado, o indivíduo se sente pouco mais à vontade para fazer aquilo que de repente não faria "de cara limpa", a bebida alcoólica nesse caso produz o mesmo efeito. 

Verdadeiro Significado das Máscaras de Carnaval


As Máscaras de Carnaval são como as fantasias, escondem a verdadeira identidade do indivíduo. Porém no caso das máscaras há o agravante de que "o importante é esconder o rosto, sugerir o mistério". Na realidade a mascara de carnaval desprende a atenção ao rosto. Quando se desvia a atenção do rosto, obviamente as pessoas voltarão sua atenção para o corpo. Isso levará à uma expressão corporal maior que facilitará a interação entre duas pessoas, já que terão que emitir sinais corporais mais enfatizados. Muitas pessoas, nas festas de carnaval não se lembram com quem estiveram sexualmente. 


Alguns locais de farras carnavalescas até preservam a identidade do indivíduo, para que aqueles que participarem das orgias sexuais das casas noturnas nunca sejam reconhecidos. Com isso o folião abandona a timidez para se entregar a diversão com outros anônimos, o que triplica a contaminação de AIDS no Carnaval. O Senhor vê até mesmo os pecados ocultos, não há nada que esteja escondido que não venha a ser revelado. A bíblia diz também que é divertido para o tolo praticar a perversidade (ou iniquidade, pecado) Provérbios 10:23 

Revelação do Significado do Rei Momo 


A mitologia grega trata Momo, filho do Sono e da Noite, como o deus da zombaria, do sarcasmo, da galhofa, do delírio e da irreverência.  Diante do seu costume de criticar e ridicularizar os outros deuses, a divindade maior do Olimpo perdeu a paciência com ele e o despachou para a Terra, onde o divino deportado passou a ser representado por um jovem tirando a máscara e mostrando o rosto zombeteiro, ao mesmo tempo em que sacudia guizos e apresentava o estandarte da folia que era a razão da sua existência. 

Na mitologia, depois de finalizada a farra, e ao contrário do que acontece hoje em dia, o Rei Momo era solenemente levado ao altar do deus Saturno e ali sacrificado com todas as honras que merecia. 

A Mitologia é só um artifício e Momo é um pseudônimo de Satanás. Afinal quem é o verdadeiro rei da zombaria, da farra, da abominação, da carne, da mentira, do ocultismo, da libertinagem, da orgia, da música obscena, da perdição mundana, do pecado da gula?. Num ritual extremamente satânico e porque não dizer, até místico religioso! Uma autoridade da região festeira (Cidade/ Estado) entrega a chave do município ao rei Momo, simbolizando finalmente o livre acesso de satanás na festa como um rei para bagunçar a vontade. 

(Vi Castilhiano)

http://cristaosdespertai.blogspot.com.br/

Um comentário:

  1. Sua pesquisa sobre Carnaval, máscara, rei momo, estão equivocadíssimas. Existem várias teorias para o surgimento do Carnaval. Sim , surgiu na Europa, mas tem muitas vertentes. E uma delas, seria que o Baile de Máscaras realizado em Veneza, nos salões nobres da burguesia européia do século XIV, ocasionou a palavra Carnaval. Visto que, as pessoas "pobres" que moravam nos campos, não podiam participar da festa nos castelos. Então, os "pobres" começaram a fazer uma festa também chamada de "carnevalle" , na qual se matava um porco ou um boi e todos podiam comer e se divertir. Faziam máscaras de palhas e de papel marché. Essa festa Carnevalle na época ficou mais famosa que a dos castelos. Passou então ser proibida pelo império e ser chamada de pagã. Na verdade foi uma exclusão social na época. E na verdade, nada mudou até os dias de hoje. A festa ainda é condenada por ser de origens pobres. Aconselho ler a Bíblia também , (Mateus 7:1). Jesus é Deus de todos, sem exclusão. A forma teatral das máscaras, surgiu na Grécia. A fim de retratar a comédia e a tragédia do ser humano. Nada relacionado a algum Deus específico. existiam sim, cultos ao Deus Dionísio (deus das festas e da uva). Porém, os romanos que invadiram a Grécia , roubaram sua cultura e adaptaram os nomes dos deuses gregos a outros nomes . Numa delas, trocaram o nome Dionisio por Baco.

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